Última hora
This content is not available in your region

FARC prometem continuar luta armada

FARC prometem continuar luta armada
Tamanho do texto Aa Aa

As forças armadas revolucionárias da colômbia reagem à morte do chefe Alfonso Cano, abatido durante uma operação militar na Colômbia.
 
Nm comunicado a guerrilha diz que a luta armada continua e que não irão render-se.
 
Cerca de mil homens do Exército e da Polícia da Colômbia participaram na operação que culminou com a morte do homem mais procurado do paí. Para o governo de Bogotá é o maior golpe dado à guerrilha em 50 anos.
 
O presidente colombiano, José Mnauel dos Santos multiplicou as intervençoes e disse que esta operação foi possível graças à colaboraçao conseguida dentro das Farc
  
Alfonso Cano vivia há cerca de dois meses no sudoeste do país, em Cauca, quando, na sexta-feira, foi surpreendido por uma operação militar intitulada operação Odisseia.
 
Depois de um bombardeamento, cerca de mil homens das forças de segurança do Estado atacaram uma área rural conseguindo aniquilar o líder máximo das FARC quando fugia do ataque.
 
Alfonso Cano era o nome por que era conhecido Guillermo Léon Sáenz, um antropólogo de 62 anos e que há quase 35 integrava os escalões de comando das FARC. Em 2008  ascendeu ao cargo  máximo da organização substituindo o líder histórico Manuel Marulanda.