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Dez anos de prisão para crítico do regime chinês

Dez anos de prisão para crítico do regime chinês
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Terá durado apenas algumas horas, o julgamento sumário do dissidente chinês Chen Xi, um dos insurgentes de Tiananmen, condenado a dez anos de prisão por “incitamento à subversão”.

A ONU anunciou prontamente uma “profunda preocupação” pela liberdade de expressão na China.

A mulher de Chen Xi, entrevistada por telefone, perguntou “que poder de subversão tem um homem? Não possui um exército, nem uma polícia, nem um tribunal, apenas papel e caneta”, questionando a fragilidade de quem se sente ameaçado por apenas um indivíduo.

Pequim tem intensificado o encarceramento dos opositores do regime. Na semana passada, foi a vez do advogado Gao Zisheng.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros veio salientar que “a China é um país

que cumpre e age de acordo com a lei.”

Durante os últimos anos, algumas das vozes críticas com reconhecimento internacional foram detidas, provocando reações de indignação além-fronteiras. O Prémio Nobel da Literatura, Liu Xiaobo, e o artista e arquiteto Ai Weiwei, são dois dos exemplos.

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