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Terceiro dia da "revolta dos combustíveis" na Nigéria

Terceiro dia da "revolta dos combustíveis" na Nigéria
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A greve geral ilimitada contra o aumento do preço dos combustíveis ameaça seriamente a economia da Nigéria.

Ao terceiro dia de paralisação, o governo continua a recusar voltar atrás na decisão de suspender as subvenções à compra de combustíveis.

Uma medida que fez duplicar os preços nas bombas e que voltou a levar dezenas de milhares de pessoas às ruas, em várias cidades, pelo terceiro dia consecutivo.

“O governo fracassou e nós estamos dispostos a lutar pelos nossos direitos e a ir até ao fim na nossa luta. Digam ao presidente que tem de se demitir porque não é capaz de lidar com os problemas da Nigéria. A partir de agora queremos um presidente escolhido por nós”.

Para o presidente Goodluck Jonathan, o fim das ajudas, orçadas em 6 mil milhões de dólares, é indispensável para evitar a bancarrota do país, reforçar a disciplina fiscal e combater a corrupção.

Mas, no maior país exportador de petróleo de África, onde a maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, a decisão é altamente impopular.

Seis protestos similares no país tinham levado os governos precedentes a voltar atrás na decisão.

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