A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Embargo petrolífero ao Irão aprovado pela UE

Embargo petrolífero ao Irão aprovado pela UE
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Os países da União Europeia chegaram a acordo sobre o embargo petrolífero ao Irão. Não poderão ser firmados novos contratos com o governo de Teerão e os que estão em curso devem ser cancelados no máximo até 1 de Julho.

O acordo prevê ainda sanções contra o banco central iraniano e outras medidas financeiras.

A alta representante para a política externa da União, Catherine Ashton, espera que Teerão regresse ao diálogo: “Reiterei o que costumo dizer em todas as ocasiões: que o propósito desta pressão é persuadir o Irão a voltar à mesa das negociações”.

A fase de transição permitirá aos estados-membros mais dependentes do petróleo iraniano – como Grécia, Itália e Espanha – encontrarem alternativas.

Mas Bruxelas não aceita uma bomba atómica nas mãos do Irão, como realça o ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Giulio Terzi di Sant’Agata: “Cremos que a prioridade a defender é a segurança, não só daquela região mas de toda a Europa. Por isso, é inevitável que haja consequências económicas”.

A correspondente da euronews em Bruxelas, Fariba Mavaddat, explica que “a decisão política sobre o embargo petrolífero e financeiro ao Irão já foi tomada pelos chefes da diplomacia da União Europeia, mas vai ser preciso mais tempo para encontrar uma solução que diminua o impacto do embargo na já enfraquecida economia europeia, nomeadamente no caso da Grécia, que tinha um contrato de baixo custo”.