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Síria volta ao Conselho da Segurança da ONU

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Mesmo sem certezas e com a ameaça de veto da Rússia, o Conselho de Segurança da ONU examina hoje o plano da Liga Árabe para pôr fim à violência na Síria.

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros mostra-se determinado a fazer pressão sobre os seus parceiros.

“Precisamos de um plano de transição político. Pedimos antes o fim dos combates, o regresso das tropas à casernas, uma transição política com o afastamento de Bachar al Assad”.

Alain Juppé, tem estabelecido, em sigilo, um diálogo com a Rússia sobre a situação na Síria.

Segundo Paris, 10 dos 15 países que formam o Conselho de Segurança estariam prontos para aprovar uma resolução contra a Damasco.

A repressão contra os civis aumentou na véspera do debate na ONU.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, 100 pessoas morreram ontem na Síria, sendo 55 civis.

Em Nova Iorque o líder da oposição síria exorta a Rússia, “um país com laços históricos com o povo sírio, que deixe de apoiar o regime de Assad que continua a oprimir o povo sírio”.

A guerra civil pode instalar-se no país, numa altura em que começam a registar-se combates mesmo na capital. A televião estatal mostrou as armas e os tuneis dos revoltosos a quem chamam terroristas armados.

A Liga Arabe suspendeu a missão observadores devido à escalada da violência no país nos últimos quatro dias.

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