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Apenas duas mil pessoas em protesto grego

Apenas duas mil pessoas em protesto grego
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As manifestações desta quarta-feira, em Atenas não tiveram as proporções de outras alturas. Menos de duas mil pessoas sairam às ruas, para protestar contra a severidade dos planos de austeridade.

Na Praça de Syintagma, em frente ao parlamento, a meio da tarde, não havia mais de 700 pessoas.

A essa hora, o primeiro-ministro, Lukas Papademos, dizia que a economia ia crescer:

“Eu gostaria de sublinhar que as decisões tomadas em Bruxelas e as tomadas em Atenas, vão criar condições para o crescimento e modernização da economia grega”.

As últimas manifestações, a 12 de Fevereiro, mobilizaram 100 mil pessoas em toda a Grécia. Só em Atenas, sairam à rua 80 mil descontentes.

Um terceiro sindicato, pró-comunista, conseguiu juntar, esta quarta-feira, cerca de 1000 pessoas, na Praça de Omonia, no centro de Atenas.

Mesmo assim, os números continuaram baixos, para um povo que se limita a sobreviver, como diz um pensionista.

E nesta altura, já não há nada para perder:

“O Povo grego está a sofrer. Os pensionistas e os trabalhadores sobrevivem, não têm nada a perder, quando saiem às ruas para protestar contra todas estas coisas que estão a acontecer”.

Apesar de baixo, o número de manifestantes pode não ser surpreendente. No último domingo, um outro protesto não juntou mais de três mil pessoas.