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Massacre de Kandahar não modifica planos de Washington

Massacre de Kandahar não modifica planos de Washington
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Os Estados Unidos afastam qualquer possibilidade de adiantar a data de retirada dos seus militares do Afeganistão.

O secretário da Defesa norte-americano, Leon Panetta, efetuou ontem uma visita ao país, a primeira após a morte de 16 civis às mãos de um soldado norte-americano em Kandahar.

Panetta garantiu que o incidente não vai alterar os planos dos aliados, apesar da animosidade crescente contra a presença de tropas estrangeiras.

Uma mensagem reafirmada pelo presidente Barack Obama, durante uma conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro britânico.

“Na próxima cimeira da NATO que se vai realizar na minha cidade-natal, Chicago, vamos determinar qual será a próxima fase da transição. Isto inclui a passagem para um papel de apoio no próximo ano antes dos Afegãos assumirem a totalidade da segurança em 2014. Vamos completar esta missão e de forma responsável, a NATO vai manter um compromisso duradouro para evitar que o Afeganistão volte a tornar-se num refúgio para a Al-Qaida voltar a atacar os nossos países”, afirmou Obama.

Desde domingo, que as manifestações anti-americanas se sucedem no país, após o massacre de 16 civis em Kandahar. Uma indignação inflamada pela notícia de que o soldado responsável pelo ataque foi transferido para o Koweit e não será julgado em Cabul, como exigiam os responsáveis locais em Kandahar.

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