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Golpistas do Mali na mira da comunidade internacional

Golpistas do Mali na mira da comunidade internacional
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Aumenta a pressão internacional sobre os militares golpistas do Mali.

A União Europeia e os Estados Unidos anunciaram já a suspensão da ajuda económica ao país enquanto não for restabelecido o estado de direito.

O líder do movimento de revolta, que teve início na guarnição de Kita, tenta tranquilizar os cidadãos, afirmando: “Enquanto eu estiver no comando, garanto-vos que não atacaremos a integridade física de ninguém”.

Mas a comunidade internacional, que condenou fortemente o golpe militar, quer que o presidente Amadou Toumani Touré, eleito democraticamente, volte ao poder.

A União Africana está também a pressionar o país. Hoje o presidente da orgnização anunciou a supensão do Mali de todas as suas atividades enquanto não for restabelecida a ordem constitucional.

Os militares decretaram o estado de emergência no país, encerraram as fronteiras, dissolveram as instituições nacionais e suspenderam a constituição. O paradeiro do presidente é desconhecido.

O Mali está confrontado, desde meados de Janeiro, com uma rebelião tuaregue fortemente armada, que combateu na Líbia ao lado de Muammar Kadhafi.

Foi este movimento que indiretamente provocou a revolta dos militares, cansados pela falta de meios para combater os rebeldes.