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Países árabes não querem intervenção estrangeira na Síria

Países árabes não querem intervenção estrangeira na Síria
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Os países árabes não deverão pedir a saída de Bashar al-Assad nem o fornecimento de armas aos rebeldes sírios.

Reunidos durante cinco horas em Bagdade para preparar a cimeira de chefes de Estado desta quinta-feira, os ministros árabes dos Negócios Estrangeiros apresentaram um projeto de resolução que evita os dois assuntos mais “espinhosos”.

O chefe da diplomacia iraquiana sublinhou que “condenam e pedem o fim da violência. É necessário aderir a soluções políticas e ao diálogo nacional, mas também recusar a interferência estrangeira na crise Síria para manter a unidade e a segurança do povo”.

De qualquer forma, Damasco tinha avisado que rejeitaria qualquer nova iniciativa vinda da cimeira de Bagdade.

Os Estados Unidos sublinharam que a continuação da violência em território sírio, deixa “claro” que o presidente Bashar al-Assad não tomou “as medidas necessárias” para aplicar o plano proposto por Kofi Annan e aceite por Damasco.

A ONU reclamou a aplicação imediata do plano, que prevê o fim dos confrontos, o fornecimento de ajuda humanitária e a libertação de prisioneiros.

Se, a nível internacional, há um grande ceticismo a respeito das promessas de al-Assad, entre os rebeldes e dissidentes que compõem o Exército Livre Sírio ninguém acredita nos compromissos de Damasco.

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