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Sanções contra Mali ensombram tomada de posse no Senegal

Sanções contra Mali ensombram tomada de posse no Senegal
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As sanções impostas ao Mali vieram ensombrar a tomada de posse de Macky Shall como quarto presidente do Senegal. A cerimónia ocorreu em Dakar, em presença de vários dirigentes da Cédéao, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.
 
Assim que Shall tomou posse, os líderes africanos e alguns responsáveis europeus, americanos e da ONU reuniram-se de emergência, para discutir a situação no vizinho Mali. A organização decidiu sancionar a junta militar no poder, em Bamako, com um “embargo total” – diplomático, económico e financeiro – em vigor já a partir desta segunda-feira.
 
Ao tomar Kidal, Gao e Tombuctu, a rebelião tuaregue ganhou o controlo efetivo de cerca de metade do território.
 
A Cédéao tinha imposto um prazo – até esta segunda-feira – à junta militar, para um regresso à ordem constitucional, sob pena de “embargo”. No domingo, a junta tinha prometido um regresso ao poder civil e eleições numa data a definir.
 
A força militar de dois mil homens, que a organização colocara em estado de alerta, vai também ser mobilizada imediatamente.

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