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Governo japonês quer reativar central nuclear de Ohi

Governo japonês quer reativar central nuclear de Ohi
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Em protesto contra os planos de reativação de dois reatores da central nuclear de Ohi, no Japão, vários ativistas fazem uma greve de fome.

Estão acampados às portas do Ministério da Economia, em Tóquio, há uma semana.

O país caminha para um apagão nuclear já que desde a tragédia de Fukushima nenhuma das unidades encerradas foi reativada e o reator número 3 da central de Tomari, o único operacional, será apagado no próximo mês de maio.

A polémica está instalada até porque o autarca de Osaka City, a principal acionista da empresa que gere a central de Ohi, opõe-se firmemente aos planos de reativação.

“Se o Governo consultasse a Comissão de Segurança Nuclear, esta não seria capaz de responder porque é que a central não está a funcionar neste momento. Em que é que o Governo se baseia para dizer que a central é segura? Estamos perante um colapso da administração estatal”, denuncia Tori Hashimoto, presidente da Câmara de Osaka.

O Governo procura apoios na região da central de Ohi para avançar com os planos de reativação. O executivo considera que os reatores podem suportar o impacto de eventuais catástrofes naturais. Até prova em contrário.