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Denúncia de agressão de Yulia Timoshenko gera polémica

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Denúncia de agressão de Yulia Timoshenko gera polémica

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Uma representante dos direitos humanos no Parlamento ucraniano exigiu uma investigação sobre o caso de alegada agressão a Yulia Timoshenko.

A polémica está instalada. As contusões e a tortura foram confirmadas por um responsável enviado à prisão de Kharkiv.

Mas Inna Bohoslovska, deputada rival da antiga primieira-ministra, acusou Timoshenko de tentar chamar a atenção: “Na Ucrânia, terminaram as oportunidades de trabalho de relações públicas para Yulia Timoshenko. Ela desapareceu da esfera pública e precisou de um motivo para voltar a dar que falar. Depois a Ucrânia está na agenda da sessão da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.”

Timoshenko iniciou na sexta-feira uma greve de fome. Diz que foi arrastada à força para uma clínica por se recusar a receber tratamento para dores nas costas num hospital público.

Depois de se recusar a receber tratamento, Timoshenko foi levada de volta para a prisão.

Esta quarta-feira, Kiev convidou uma equipa de médicos alemães para tratar a líder da oposição. Mas a chanceler Angela Merkel mostrou-se disponível para receber Timoshenko na Alemanha.