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Violência continua na Síria apesar da ONU

Violência continua na Síria apesar da ONU
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Mais um dia de violência na Síria, onde nem a chegada da missão de observação da ONU acalma os ânimos.

Em Idleb, no norte do país, o quartel-general das forças de segurança sírias foi atacado. A oposição fala em 20 mortos; a televisão oficial síria refere apenas oito vítimas mortais, causadas pelo que apelida de “explosões terroristas”. Durante a noite, foi o Banco Central, em Damasco, que foi alvo de ataques.

A situação continua explosiva apesar do cessar-fogo oficialmente em vigor desde 12 de abril. Para vigiar e garantir o cumprimento deste ponto do plano de de Kofi Annan, a ONU já enviou observadores para o terreno.

Os atuais 30 observadores deverão passar a 100, até ao final do mês, antes de atingirem os 300 aprovados por unanimidade pelo conselho de segurança das Nações Unidas.

O general Robert Mood, chefe da missão, que ontem chegou a Damasco, apelou à “colaboração de todas as partes para garantir a cessação sustentável da violência” já que, diz, “os observadores não podem resolver todos os problemas”.

A missão da ONU é ajudar na aplicação completa do plano de Kofi Annan, aceite governo de Damasco.