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Noruega: Uniforme permitiu a Breivik realizar o massacre de Utoeya

Noruega: Uniforme permitiu a Breivik realizar o massacre de Utoeya
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O julgamento de Anders Behring Breivik está a completar a terceira semana. Na audiência desta quinta-feira foram ouvidas duas testemunhas que explicaram como foram enganadas pelo uniforme e pela identificação policial do assassino: o elemento da organização que autorizou o acesso de Breivik à ilha e o comandante da embarcação que o transportou.

O homicida disse ao jovem que tinha sido enviado para o local por precaução, depois do atentado contra a sede do governo norueguês.
No tribunal, o militante do Partido Trabalhista explicou que tinha ficado convencido que se tratava de um agente da polícia e que quando começou a ouvir os tiros pensou que o agente tinha enlouquecido.

O comandante do ferry recordou que tinha dito a Breivik para esconder a arma, para não assustar os jovens na ilha de Utoeya. Depois viu o assassino abater o guarda da ilha e a sua companheira. Breivik matou 77 pessoas no dia 22 de julho de 2011.

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