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Novo episódio na novela do financiamento líbio de Sarkozy

Novo episódio na novela do financiamento líbio de Sarkozy
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A três dias da eleição decisiva, em França, foi a partir da sua cela na prisão de Tunes, que o ex-primeiro-ministro líbio, Al-Baghdadi Al-Mamoudi, veio acusar Sarkozy de ter recebido dinheiro de Khadafi.
 
Uma acusação que se junta à do site de esquerda MediaPart, que publicou, no sábado, um alegado memorando líbio que falava de 50 milhões de euros de financiamento.
 
“É uma infâmia”, defendia-se Nicolas Sarkozy, no domingo, numa televisão francesa. Aliás, o ainda presidente já apresentou queixa, por falsificação, contra o site. E Sarkozy acrescentava: “Quando penso que há jornalistas que ousam acreditar no filho de Khadafi e nos serviços secretos de Khadafi… Cinquenta milhões de euros… E porque não 100, para uma campanha que vale 20?!”
 
Ao referir-se ao filho de Khadafi, Nicolas Sarkozy falava de uma entrevista exclusiva
de Saif Al-Islam Khadafi à euronews, em março do ano passado.
 
O filho de Khadafi afirmou que a sua família tinha financiado a campanha eleitoral do candidato da UMP, em 2007. O filho do ditador líbio prometera apresentar provas, mas foi detido oito meses depois e nunca as apresentou.
 
Por seu lado, os atuais dirigentes líbios do Conselho Nacional garantem que o memorando publicado pelo MediaPart é falso.

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