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Pressão dos profissionais de saúde faz recuar Morales

Pressão dos profissionais de saúde faz recuar Morales
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A carga horária de médicos e funcionários de hospitais estatais da Bolívia vai continuar a ser de seis horas.

O presidente do país fez marcha atrás e suspendeu a aplicação do decreto contestado nas ruas, desde há seis semanas, por estudantes e profissionais de saúde.

A decisão de aumentar em duas horas a jornada de trabalho deu origem a uma greve que se arrasta desde finais de março, a manifestações diárias e a bloqueios de vias em vários pontos da Bolívia.

Evo Morales justifica a medida com as necessidades, em termos de cuidados de saúde, da população.

Médicos e funcionários de hospitais públicos contestam o facto de não terem sido ouvidos e dizem que a medida não resolve as carências a nível de equipamento, infra-estruturas e de recursos humanos.

O chefe de Estado convocou, entretanto, para julho uma cimeira para debater o polémico decreto.