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Provedor Europeu abriu mais 18% de investigações em 2011

Provedor Europeu abriu mais 18% de investigações em 2011
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Em 2011, o Provedor Europeu abriu mais 18% de investigações sobre alegada má administração nas instituições da UE do que no ano anterior. Falta de transparência, incluindo a recusa em divulgar informações, motivou a maioria das queixas.

Mas o Provedor também está preocupado com a crescente falta de confiança dos cidadãos no projecto europeu.

“Claramente, temos de assumir que os cidadãos que apresentam queixas são também influenciados pela crise. Como Provedor Europeu, estou muito preocupado com isso e reconheço que obviamente a crise está a ter impacto. Pela minha parte, tento ajudar os cidadãos, respondendo às suas perguntas, e ajudar as instituições, dizendo-lhes para adotarem uma cultura de serviço público”, disse Nikiforos Diamandouros.

Apesar do aumento nas investigações, foram analisados apenas 396 de um total de 2510 reclamações, segundo o relatório anual. É que 25% das queixas abordam temas fora do raio de ação do Provedor.

Em 2011, a Espanha destronou a Alemanha como país com mais queixas (308), seguido da Polónia (233) e Bélgica (233). A maioria das investigações visou a atuação da Comissão Europeia (58%), seguido das agências europeias no seu conjunto (13%), do Departamento Europeu de Seleção de Funcionários (11%) e do Parlamento Europeu (4%):