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Economia da zona euro paga fatura da crise

Economia da zona euro paga fatura da crise
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Há cada vez mais europeus à procura de trabalho com a crise a afetar a economia real.

A taxa de desemprego na zona euro atingiu, em abril, um novo recorde. São já 17,4 milhões o número de desempregados, o que corresponde a uma taxa de 11%.

Em Portugal, o desemprego subiu para 15,2%, um novo máximo, mas entre os jovens superar os 36%.

A Áustria tem a taxa de desemprego mais baixa da zona euro (3,9%), enquanto Espanha têm a mais elevada: 24,3%.

O desemprego que continua a subir e as medidas de austeridade estão a ter um forte impacto na procura e isso reflete-se nas encomendas e na produção industrial da zona euro.

O setor registou, em maio, a maior contração em cerca de três anos e as encomendas recuaram pelo 12° mês consecutivo.

O índice PMI industrial caiu para os 45,1 um pontos, mantendo-se há 12 meses abaixo da barreira dos 50 pontos. Já o índice da produção recuou 1,5 pontos para 44,6.

A crise afeta mesmo a Alemanha. A primeira economia da zona euro, até agora imune, registou, em maio, a maior contração industrial em três anos.

A exceção neste cenário é a Irlanda, cujo setor industrial acelerou no mês passado.