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Crise no Sinai provoca novo braço-de-ferro no Egito

Crise no Sinai provoca novo braço-de-ferro no Egito
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O presidente egípcio Mohamed Morsi anunciou duas demissões de peso: as do ministro da Defesa e chefe das Forças Armadas, Hussein Tantawi, e do seu número dois Sami Enan. É uma consequência da crise no Sinai e promete reabrir um novo braço-de-ferro entre o presidente e as Forças Armadas.
 
O clima tenso subiu de tom, na região, com mais um episódio sangrento. O exército egípcio matou seis militantes islamitas que estavam numa cabana junto à fronteira com Israel, enquanto procurava os responsáveis pela morte de 16 guardas fronteiriços, na semana passada.
 
O exército tomou de assalto a cabana e queimou-a. Imagens que a euronews escolheu não emitir mostram os corpos carbonizados dos alegados islamitas. Um sétimo homem foi levado para o hospital com queimaduras graves.
 
O Egito alega que os militantes ofereceram resistência e usaram um lança-granadas contra o exército.
 
Antes de anunciar as demissões, o presidente Morsi voltou a visitar a região, para tentar apaziguar os ânimos.
 
A colaboração do Egito com Israel, na luta contra estes ativistas, está a levantar muitas críticas contra o governo.
 
Os militantes islamitas beduínos participam no envio de armas para a Faixa de Gaza, através de túneis clandestinos, uma atividade com que o Egito prometeu acabar.

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