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Bruxelas aprova compra da EMI pela Universal Music

Bruxelas aprova compra da EMI pela Universal Music
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A Universal Music recebeu luz verde da Comissão Europeia para a compra da rival EMI. O negócio, de cerca de 1,5 mil milhões de euros, tinha sido anunciado em novembro do ano passado.

Mas o líder mundial da indústria discográfica vai ter de vender uma grande parte dos ativos da EMI. Bruxelas quer garantir a concorrência no setor, já que o negócio vai reunir as duas maiores empresas discográficas do mundo.

Em 2011, a Universal Music, do grupo Vivendi, detinha sozinha mais de 22% de quota de mercado. A EMI mais de 19, seguida da Warner Music, com 14%, e da Sony, com 11,7%. As marcas independentes reunidas representam quase 33%.

A Universal Music vai confortar a posição de líder mundial. Mas a lista de ativos a vender é longa e ascende a 30% das receitas da EMI. Da lista constam a Parlophone, que produz os discos dos Coldplay ou Kylie Minogue, também a EMI França, que detém o catálogo de David Guetta, ou a EMI Portugal, que edita Sérgio Godinho.

Os analistas estimam que o pacote em venda possa valer 570 milhões de euros.