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"Dia de amor pelo Profeta" promete protestos

"Dia de amor pelo Profeta" promete protestos
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Esta sexta-feira, dia de oração, foi declarada um pouco por todo o mundo muçulmano “dia de amor pelo Profeta”.

Dia de amor, que é como quem diz de grandes protestos. Ao filme colocado no YouTube juntam-se agora novas caricaturas do profeta Maomé, publicadas pelo jornal satírico francês Charlie Hebdo.

Muitos dos protestos têm visado as representações diplomáticas dos Estados Unidos. O governo americano pagou um anúncio, transmitido pela televisão paquistanesa, para tentar acalmar os ânimos.

Nos países árabes francófonos, como a Tunísia, é a publicação das novas caricaturas do Charlie Hebdo que está a lançar o medo. Por precaução, as escolas francesas, embaixadas e consulados de França fecham durante dois dias.

“Se pudesse dizer alguma coisa ao diretor do Charlie Hebdo, diria que é um estúpido. Está em casa descansado, não lhe vai acontecer nada, mas nós, aqui na Tunísia, sentimo-nos ameaçados”, diz uma francesa residente em Tunes.

Com as escolas fechadas, a maioria dos franceses na Tunísia e noutros países ficam em casa estes dias. Segundo os peritos antiterroristas, os protestos contra o Ocidente têm tendência a aumentar.

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