Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Raio-X de baixa intensidade

Raio-X de baixa intensidade
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Joergen Rheinlaender, Diretor, InnospeXion:

“Desenvolvemos um sistema de raio-X de de baixa intensidade. A área de aplicação é para ser capaz de inspecionar coisas que são de baixa densidade ou espessura.”

Estas máquinas prateadas conseguem ver o invisível. Usando raios-X de baixa intensidade que conseguem observar o interior de um produto e assinalar falhas que outros equipamentos não conseguem detetar.

Joergen Rheinlaender: “Esta é uma área de aplicação típica, é uma embalagem alimentar, observamos a integridade da embalagem, e a principal área de aplicação é a vedação da embalagem.”

Joergen Rheinlaender: “Este é um nó que se assemelha apenas a uma pequena imperfeição, mas na realidade esta imagem de raio-X revela que se trata de uma falha interna bastante grande.”

Joergen Rheinlaender: “Por vezes o mecanismo de embalagem falha, e podemos verificar se estas unidades individuais estão aqui na denominada “área não permitida”.

As máquinas conseguem detetar alterações com apenas alguns mícrons de profundidade.

Isso porque os raios-X de baixo consumo de energia usam um maior comprimento de onda, sensível a pequenas alterações na densidade ou espessura.

Joergen Rheinlaender: “Basicamente, a estrutura do sistema baseia-se numa série de computadores potentes que captam as imagens.”

“Abrimos a porta e temos o compartimento de controle elétrico completo.”

“Atrás da escotilha tenho o núcleo de todo o sistema, que é, essencialmente, onde temos a fonte de raios-X.”

“No fundo, existe o compartimento com os detetores, que são os que captam até 300 imagens por segundo.”

O aparelho de raio-X de baixa intensidade foi desenvolvido num projeto europeu de investigação.

Joergen Rheinlaender: “A maioria dos projetos de investigação finalizam algo, no final de contas funcionam, mas nunca foi testado em termos de robustez. Este tem sido um ponto central para nós, ter a certeza que também funciona completamente.”