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Líbano: Cresce a tensão após o atentado em Beirute

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Líbano: Cresce a tensão após o atentado em Beirute

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O ex-primeiro-ministro libanês, Saad al Hariri, lançou o apelo à participação dos libaneses no funeral do oficial dos serviços de segurança Wissam al-Hassan, morto no atentado em Beirute.
 
A cerimónia realiza-se este domingo. Hassan será sepultado ao lado de Rafik Hariri, antigo primeiro-ministro do país, que perdeu a vida num outro atentado há sete anos.
 
O funeral poderá tornar-se numa grande manifestação política, num momento em que o chefe do governo, Najib Mikati, acusa a Síria de estar por detrás do atentado que matou oito pessoas e deixou feridas cerca de 80.
 
“Com a descoberta das bombas há dois meses e com o que aconteceu ontem, é lógico ligar as duas coisas, antes de qualquer investigação”, afirmou Mikati.
 
Uma parte da oposição pede a demissão do primeiro-ministro;  Najib Mikati quis demitir-se mas o presidente não aceitou.
 
O país está dividido entre os que defendem o regime sírio e os que apoiam a luta dos rebeldes na Síria. 
 
Saad Hariri e o líder druzo, Walid Jumblad, acusam diretamente Bashar al Assad de estar por detrás do atentado para silenciar o homem que investigava os ataques terroristas ocorridos no país, nos últimos anos.