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Tribunal simbólico julga crimes da Revolução Islâmica no Irão

Tribunal simbólico julga crimes da Revolução Islâmica no Irão
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Em nome da justiça, em Haia, o Tribunal para o Irão julga esta semana o regime do aiatolá Khomeini pela execução de milhares de opositores políticos na década de 80.

Trata-se de um tribunal simbólico, sem competência judicial real e impulsionado pelos familiares das vítimas.

“O tribunal enviou à República Islâmica do Irão uma convocatória oficial através da embaixada em Haia. Convidámos a República Islâmica a defender-se, mas não obtivemos qualquer resposta”, diz o Procurador-geral Payam Akhavan.

O antigo procurador do Tribunal Penal para a Ex-Jugoslávia, Geoffrey Nice, diz que um dos objetivos é clarificar o que aconteceu naquele tempo: “Se recolhermos dados suficientes, será muito mais difícil que essa página da história seja escrita no futuro ignorando ou falseando o sucedido.”

De acordo com a acusação, mais de 20 mil prisioneiros políticos foram executados na década de 80 nas prisões iranianas, na sequência da Revolução Islâmica.

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