Última hora

Última hora

Prisioneiros curdos em greve de fome há 53 dias

Em leitura:

Prisioneiros curdos em greve de fome há 53 dias

Prisioneiros curdos em greve de fome há 53 dias
Tamanho do texto Aa Aa

Uma greve de fome de prisioneiros que dura há 53 dias volta a exaltar os ânimos da população curda do sul da Turquia.

Vários ativistas envolveram-se em confrontos com a polícia na cidade de Cizre, durante o funeral de um militante do grupo armado PKK morto pelo exército.

Em Diarbakir, no sudoeste do país, a polícia recorreu a gás lacrimogéneo e canhões de água para dispersar uma manifestação proibida de apoio aos prisioneiros curdos.

A concentração, organizada por um grupo de dez deputados curdos, terminou com a detenção de pelo menos 20 manifestantes.

Desde há quase dois meses, que mais de 680 prisioneiros curdos cumprem uma greve de fome para exigir o fim do regime de isolamento do fundador do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), Abdulah Ocalan, detido desde 1999.

O ministério da Justiça turco assegura que os prisioneiros estão sob assistência médica, com um regime de açúcar, mel e vitaminas, uma versão desmentida por uma comissão parlamentar.

O primeiro-ministro turco assegurou hoje que não vai ceder à “chantagem” dos prisioneiros e que Ocalan vai cumprir a pena de prisão perpétua a que foi condenado.