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Setor da saúde pública madrilena em revolta

Setor da saúde pública madrilena em revolta
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Milhares de profissionais da saúde e pacientes participaram em Madrid no protesto contra os cortes na saúde e contra a decisão do governo regional de privatizar a gestão de alguns hospitais da comunidade.

Com a presença de diferentes sindicatos da saúde os manifestantes defendem que é preciso evitar que o privados meta a mão na parte lucrativa do sistema.

“A coisa mais triste é que estão a transformar o sitema num mercado. A saúde, como a educação não deve ser um mercado. Estão a criar centros de saúde como criam lojas”.

“Não podem privatizar uma coisa que pertence a todos e que está pago pelos nossos impostos”.

A decisão do governo conservador de Mariano Rajoy visa economizar 7 mil milhões de euros por ano em saúde, o que obrigou as regiões, que administram o serviço, a reduzirem seus orçamentos.

Alguns dos manifestantes recolhiam assinaturas contra as medidas do executivo regional, a centenas de metros da Câmara dos Deputados, que foi cercada e está protegida por efetivos policiais.

A manifestação acaba com uma greve de 48 horas dos 75.000 funcionários da saúde pública madrilena que começou na segunda-feira e voltará a se repetir nos dias 4 e 5 de dezembro.