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Bombardeamentos vão "continuar"

Bombardeamentos vão "continuar"
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Ao terceiro dia de intervenção militar direta francesa no Mali, os caças-bombardeiros gauleses castigaram várias posições dos rebeldes islamitas, expulsos da estratégica povoação de Konna no dia anterior.

Depósitos de armas e campos de treino foram os principais alvos, em particular em Lere, Duentza e Gao.

Paris exprimiu alguma surpresa pela força dos salafistas, que estarão bem armados, fruto do arsenal disperso no conflito na Líbia.

A França conta reforçar o número de militares no terreno para 550 e aguarda contingentes e o apoio de várias nações africanas e ocidentais.

“Neste momento há bombardeamentos, haverá esta tarde e amanhã. A determinação do presidente da República é absoluta: é preciso erradicar este terrorismo que pode ameaçar a segurança do Mali, do nosso país e da Europa”, referiu o ministro da Defesa Jean-Yves le Drian.

Em Bamaco muitas pessoas doam sangue para ajudar os soldados do governo e aliados feridos. Desde sexta-feira perderam a vida um piloto francês de helicópteros e 11 soldados malianos. Do lado rebelde haverá mais de 150 baixas, de acordo com o ministério da Defesa do Mali.

Organizações não-governamentais dão conta de vítimas civis.

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