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Exército argelino controla apenas uma parte do complexo de Tiguentourine

Exército argelino controla apenas uma parte do complexo de Tiguentourine
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O exército argelino prosseguia, esta noite, a operação para recuperar o controlo da exploração de gás de Tiguentourine, próximo de In Amenas, no sul do país, depois de um violento assalto que provocou a morte de trinta reféns, entre os quais dois britânicos e dois franceses.

O governo argelino afirma ter conseguido resgatar com vida 600 reféns nacionais e vários estrangeiros durante uma primeira ofensiva que resultou na morte de 11 sequestradores, um dos quais de nacionalidade francesa.

Segundo fontes em Argel, o grupo armado islamita, aparentemente próximo da Al-Qaida, seria proveniente da Líbia e teria preparado a ação antes mesmo do início da ofensiva francesa no Mali.

O ministro da Comunicação argelino referiu que o assalto militar “permitiu neutralizar um número importante de terroristas e libertar um número importante de reféns”, lamentando as mortes registadas, para as quais ainda “não há números definitivos”.

Segundo a agência de notícias argelina, que tinha anunciado anteriormente o fim da operação, o grupo armado mantém ainda várias dezenas de reféns na zona residencial do complexo, onde se refugiou após o primeiro assalto do exército.

Com uma produção teórica de nove mil milhões de metros cúbicos de gás por ano, o campo de Tiguentourine representa cerca de 18% da produção de gás argelino.

Criticada por França e Reino Unido, a violência da operação do exército argelino volta a demonstrar a determinação dos militares em fazer jus a uma das suas divisas: “aterrorizar os terroristas”.

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