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Manifestações no Egito geram confrontos

Manifestações no Egito geram confrontos
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O Egito celebra os dois anos da revolução que deitou abaixo o regime de Hosni Mubarak, mas a população está agora mais dividida que nunca.

As manifestações para comemorar a data foram marcadas por confrontos entre a oposição à Irmandade Muçulmana, o partido do presidente Mohamed Morsi, e a polícia.

Entre os manifestantes contra o atual governo, esteve o cineasta Khaled Youssef: “O povo não descansa enquanto estes pedidos não forem satisfeitos. O mais importante de todos é o afastamento deste regime, que não representa os objetivos nem o espírito da revolução”.

Tal como nos protestos que levaram à queda de Mubarak, também agora as manifestações no Cairo se concentram em redor da praça Tahrir.

A oposição a Morsi subiu de tom com a aprovação da nova constituição, que inclui a Sharia, a lei islâmica tradicional, como fonte do direito.

Os protestos no Cairo geraram confrontos entre os manifestantes e a polícia. O mesmo aconteceu em Alexandria.

A Irmandade Muçulmana, com os olhos postos nas próximas eleições, decidiu manter-se longe dos festejos.