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Síria protesta na ONU contra ataque aéreo israelita

Síria protesta na ONU contra ataque aéreo israelita
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Mesmo sem ser confirmado, o ataque israelita em território sírio (junto à fronteira libanesa), na quarta-feira, volta a reabrir as divisões internacionais sobre o conflito que abala o regime de Damasco.

A Síria convocou, esta tarde, o responsável das forças da ONU nos monte Golã, para protestar contra o que considera ser uma violação dos acordos de cessar-fogo israelo-sírios.

Segundo Damasco, o ataque teria visado uma instalação científica, outras fontes falam de uma fábrica de armas químicas.

A posição do regime sírio tinha sido expressa ao início da manhã, nos mesmos termos, pelo aliado russo.

O porta-voz da diplomacia russa, Alexander Lukashevich, lembra, que, “se a informação for confirmada, este ataque trata-se de uma violação séria das leis internacionais”.

A imprensa norte-americana citava, esta manhã, fontes oficiais que afirmavam que Washington estaria ao corrente do ataque, que não foi nem confirmado nem desmentido por Israel.

Na Turquia, favorável a uma maior intervenção ao lado da oposição síria, o porta voz da diplomacia, Selcuk Unal, afirma: “Estamos a acompanhar os acontecimentos através dos media, no entanto este incidente mostra como a situação na Síria se tornou complicada e como ameaça a paz na região”.

O suposto ataque, constitui a segunda ação da força área israelita sobre território sírio depois de ter efetuado bombardeamentos, há algumas semanas, na zona desmilitarizada dos montes Golã.

A ONU afirmava, esta tarde, não ter conhecimento de qualquer novo ataque no interior da zona vigiada pelas forças de paz internacionais.