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As incógnitas da renúncia de Bento XVI

As incógnitas da renúncia de Bento XVI
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A notícia da renúncia do papa caiu como raio na comunidade católica e não só. O ato, quase inédito, levanta as mais variadas interrogações.

Uma é qual o estatuto de Bento XVI a partir dia 28 de fevereiro, às 20 horas locais – hora a que renúncia ao cargo.

O Vaticano não se alonga em respostas, como o enviado especial da euronews ao Vaticano, Alberto de Filipis, pôde constatar: “‘Já está tudo dito no jornal oficial da Santa Sé’. Foi com estas palavras e não sem um certo embaraço que o padre Federico Lombardi [porta-voz do Vaticano] falou aos jornalistas, no encontro diário com a imprensa. No entanto, algumas perguntas continuam sem resposta.”

Uma pergunta, contudo, já tem resposta: “Bento XVI não vai dizer absolutamente nada sobre o processo de eleição do novo papa. Vai retirar-se e não vai, de todo, intervir no processo. Nesse sentido, podem ter a certeza que os cardeais terão toda a autonomia para decidir”, garantiu Lombardi.

O conclave abrirá, pois, a seguir à renúncia de Bento XVI. Deverá responder à outra grande incógnita: quem lhe sucederá na cadeira de São Pedro.

A Europa tem vários candidatos possíveis; do Brasil, maior país católico do mundo, destaque para o cardeal João Braz de Aviz. Há também quem fale num papa negro, eventualmente vindo do Gana.

Resposta prevista para antes da Páscoa.