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Búlgaros há oito dias em protesto

Búlgaros há oito dias em protesto
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Um mar de gente voltou a sair às ruas das principais cidades da Bulgária para protestar contra o que dizem ser o elevado preço da eletricidade. As manifestações já duram há oito dias e o tom é cada vez maior. A contestação desencadeou a demissão do ministro das finanças Simeon Djankov, defensor de uma política de austeridade e o menos popular membro do governo.

O analista político Haralan Alexandrov sublinha um ingrediente novo na contestação popular. “O mais importante destes dias de protesto é que o medo desapareceu em relação ao esmagador poder do Estado, as pessoas já não têm receio pelo facto de estarem sozinhas. Isto torna possível a outros grupos de pessoas saírem às ruas para protestar se não estão satisfeitas. Além disso, não têm motivos de satisfação, o governo não tem muito espaço de manobra para solucionar o problema”, diz.

O país tem sido alvo de críticas de Bruxelas por ter falhado a liberalização dos mercados da eletricidade e do gás de acordo com as regras europeias. O povo exige agora a renacionalização de empresas elétricas como as checas CEZ e energo-pro e a austríaca EVN.

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