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Governador do Banco do Japão classifica dívida pública de "insustentável"

Governador do Banco do Japão classifica dívida pública de "insustentável"
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À procura de um rumo para a economia local, o Banco Central do Japão vive momentos de contradição.

O novo governador quer reavivar a economia com a injeção de capital, mas ao mesmo tempo Haruhiko Kuroda afirma que a dívida pública do país, equivalente ao dobro do PIB, é um problema “anormal” e “insustentável”.

Kuroda foi nomeado pelo Governo do novo primeiro-ministro Shinzo Abe para impulsionar medidas de estímulo, mas para alguns analistas esse cenário não está tão claro.

“A minha perspetiva é que infelizmente estes são os mesmos remédios usados nos últimos 15 anos. Com a diferença que desta vez se multiplica por dois. Tenho sérias dúvidas se serão eficazes na mudança estrutural da economia japonesa, a não ser talvez promovendo um impulso bem-vindo, mas potencialmente de curto a médio prazo, no mercado de equidades”, diz Andrew Freris, do BNP Paribas.

Neste cenário periclitante, Kuroda continua a defender o objetivo de fomentar uma política de flexibilização monetária para acabar com a persistente deflação do país, acompanhada de medidas de estímulo governamentais a curto prazo.

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