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Chipre precisa de 23 mil milhões de euros

Chipre precisa de 23 mil milhões de euros
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As necessidades financeiras de Chipre são maiores do que o esperado. O plano de resgate vai ascender a 23 mil milhões de euros, mais seis mil milhões do que o avançado anteriormente.

A questão cipriota está no topo da agenda da reunião dos ministros europeus das Finanças, esta sexta-feira e sábado, em Dublin. Na mesa estarão as condições do empréstimo de dez mil milhões de euros.

Para lá das medidas para encontrar o dinheiro que falta, Nicósia terá de fechar um banco e reestruturar outro.

A necessidade de limpar o sistema bancário foi um dos temas evocados por Christine Lagarde em Nova Iorque. A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional afirmou: “Acredito que, para a maioria dos países europeus, a consolidação orçamental é uma prioridade. O Chipre foi, já o disse e repito, um caso único. Não serve de modelo porque não era um caso normal. Era completamente diferente de muitos outros bancos de outras regiões e de outros países na Europa”.

Chipre vai impor perdas, que podem ascender a 60%, aos depósitos bancários superiores a cem mil euros, mas não basta. O governo quer vender 400 milhões dos 563 milhões de euros das reservas de ouro. Mas o banco central cipriota, a quem cabe a decisão, diz que o assunto não está em discussão.

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