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Hollande: da expectativa à desilusão

Hollande: da expectativa à desilusão
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Há um ano a vitória de François Hollande nas presidenciais francesas fazia renascer a esperança.

Hoje, a situação é bem diferente. As sondagens mostram que mais de três quartos da população faz um balanço negativo do primeiro ano de mandato do socialista.

Este domingo, milhares de pessoas expressaram nas ruas o descontentamento com as políticas de austeridade que dizem estar prontas a varrer.

“Hollande fez muitas promessas, mas não cumpriu nenhuma à exceção do casamento para todos, o que é bom, mas há muitas outras coisas. Na minha opinião o Partido socialista e o Sr Hollande traíram as pessoas” afirma o manifestante, Fabrice Duee.

A população contesta, sobretudo, o aumento de impostos e o desempregado que atinge cerca de 11 por cento da população ativa e mais de 25 por cento de jovens.

“Hollande decidiu aumentar e muito os impostos e não economizou no orçamento de Estado e em todos os orçamentos públicos. Penso que este é o grande problema e um erro grave” refere o manifestante, Vincent Delongueville.

A crise não ajuda à popularidade do chefe de Estado como explica o analista, Steven R. Elkovich:

“Tanto os chefes de Estado como de governo europeus estão a enfrentar dificuldades. Em relação a Hollande temos ouvido falar de problemas de estilo e incapacidade, mas acima de tudo por não ser capaz de unir os diversos elementos do governo.”

O primeiro aniversário da eleição do presidente francês fica marcado por críticas da direita e da esquerda.

Hollande reuniu, hoje, o governo para fazer um balanço do último ano e definir metas para o futuro.

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