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Exército egípcio reforça segurança na região do Sinaí

Exército egípcio reforça segurança na região do Sinaí
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As autoridades egípcias reforçaram a segurança na cidade de El-Arich, a capital da região de Sinai.
De acordo com fontes oficiais, o exército pode estar a preparar uma ofensiva para libertar os sete soldados e polícias que foram sequestrados na passada quinta-feira em Rafah, junto à fronteira com a Faixa de Gaza.
Além disso, este fim-de-semana um grupo armado atacou um acampamento das forças de segurança em Sinai, sem provocar vítimas.

Um morador da região garante que “o objetivo é atacar o exército egipcio, porque é o melhor e mais poderoso dos exército e querem destruí-lo, a Irmandande Muçulmana com os americanos, querem dividir o mundo árabe”.

Entretanto continuam as negociações entre os sequestradores e os chefes tribais da região. Mas o presidente Mohamed Mursi já garantiu, durante uma reunião com responsáveis políticos que não aceita o que chamou de diálogo com criminosos.

A segurança no Sinai degradou-se fortemente desde a chamada “primavera árabe”, que afastou do poder o presidente Hosni Mubarak, no início de 2011, com vários sequestros e atentados.

O norte da península desértica, subdesenvolvido, tornou-se refúgio de vários grupos islamitas. Estes raptos são, em geral, organizados por beduínos, que pretendem trocar os reféns por militantes detidos, mas os islamitas também têm aproveitado a situação para perpetrar ataques na zona ou contra Israel.

O enviado da euronews à região, Mohammed Shaikhibrahim lembra que “atacar de novo o exército egipcio levanta muitas questões sobre quem beneficia com esta situação que tenta envolver o exército na compleça equação política do Egito e na zona da fronteira caracterizada por graves problemas de segurança.”