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Europa Central paralisada por cheias mortais

Europa Central paralisada por cheias mortais
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As consequências das chuvas torrenciais que se abateram sobre a Europa Central continuam a agravar-se. Há registo de, pelo menos, seis mortos e cerca de uma dezena de desaparecidos.

O governo checo declarou o estado de emergência em toda a região da Boémia, onde cinco pessoas morreram e quase 3 mil tiveram de abandonar as suas casas. Na capital, Praga, o volume do caudal do rio Moldava está a ser controlado ao minuto. O metro está parcialmente encerrado. Várias estradas e linhas ferroviárias foram cortadas. As escolas fecharam portas. Os animais do jardim zoológico foram deslocados. Na memória do país ainda ecoam as cheias de 2002, que mataram 17 pessoas e provocaram danos materiais que ascenderam aos 20 mil milhões de euros.

Na Áustria, as inundações fizeram, pelo menos, um morto. Os serviços metereológicos apontam que, em apenas dois dias, choveu o equivalente a dois meses. Centenas de casas foram evacuadas na cidade de Melk e na região de Salzburgo.

Na Hungria, o presidente da Câmara de Budapeste decretou o estado de alerta, sendo que o nível das águas do Danúbio está a ser monitorizado. Receia-se uma subida que bata o recorde de 2002.

O Danúbio também ameaça avolumar as cheias na Baviera, na Alemanha, sobretudo em Passau, em torno da confluência com os rios Inn e Ilz. Na cidade de Eilenburg, na Saxónia, sete mil pessoas tiveram de deixar as suas casas. Em Zwickau, a fábrica da Volkswagen teve de fechar temporariamente, uma vez que as inundações impedem o acesso aos trabalhadores.