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Grécia anuncia subida do desemprego após "mea culpa" do FMI

Grécia anuncia subida do desemprego após "mea culpa" do FMI
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O “mea culpa” do FMI chega tarde demais para milhares de gregos arrastados para o desemprego.

Em março, a Grécia registou uma taxa de 26,8%. É mais do dobro da média da zona euro, que em abril era de 12,2%. Já entre os jovens até aos 24 anos, a taxa supera os 58%.

É a consequência de seis anos de recessão e de muita austeridade.

A questão ganhou outra relevância depois do Fundo Monetário Internacional (FMI) ter reconhecido “falhanços notáveis” aquando do primeiro plano de resgate.

A Comissão Europeia discorda de certas conclusões do relatório, por exemplo, sobre a reestruturação da dívida feita em 2012. O FMI diz que deveria ter sido feita mais cedo, mas Bruxelas evoca “o risco de contágio” que teria tido, devido às interligações entre os membros da zona euro.

O FMI adianta também que as suas previsões de crescimento eram demasiado otimistas, já que a economia helénica afundou 22% entre 2008 e 2012.