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EUA duvidam da possibilidade de chegar a uma solução política na Síria

EUA duvidam da possibilidade de chegar a uma solução política na Síria
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Os rebeldes sírios voltam a estar sob o fogo cerrado das forças do regime, este sábado, em Aleppo, num momento em que a aviação voltou a bombardear várias zonas nos arredores de Damasco.

A intensificação dos confrontos, com a participação dos homens do Hezbollah libanês, levou hoje o secretário de estado norte-americano, John Kerry, a duvidar, pela primeira vez, da possibilidade de se chegar a uma solução política para pôr termo ao conflito.

Num comunicado, publicado hoje, Kerry afirma que, “a utilização de armas químicas e o envolvimento crescente do Hezbollah demonstra a falta de compromisso do regime com as negociações, ameaçando impossibilitar um acordo político”.

Uma afirmação proferida na véspera de Barack Obama se reunir com o presidente russo, na segunda-feira, para defender uma nova estratégia para a Síria, depois de Washington reconhecer a utilização de armas químicas no conflito.

O chefe da diplomacia russa voltou hoje a rejeitar a possibilidade de impôr uma zona de exclusão aérea na Síria: “Não é preciso ser um grande especialista para compreender que esta medida violaria o direito internacional, e espero que os norte-americanos decidam alinhar as suas ações com a Rússia para preparar a próxima ronda de negociações de Genebra”.

Os Estados Unidos, que não excluem fornecer armas aos rebeldes sírios, deslocaram na última semana várias baterias anti-míssil patriot e caças F-16 para o sul da Jordânia, oficialmente para participar em manobras militares conjuntas.

O Pentágono confirmou, esta tarde, que as baterias Patriot e os aviões militares deverão permanecer na Jordânia após o fim dos exercícios militares previstos para este mês.