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Iranianos acreditam na mudança

Iranianos acreditam na mudança
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Os iranianos acorreram às urnas em massa. Ao todo, mais de 50 milhões de pessoas foram chamadas a votar. Embora não haja números oficiais, a taxa de participação ficou acima dos 70% e pode mesmo vir a ultrapassar a participação de 85% obtida nas eleições de há quatro anos, que resultaram no segundo mandato de Ahmadinejad.

Foram umas eleições atribuladas, uma experiência que os iranianos não querem repetir: “Apesar da repressão que houve depois das eleições de 2009 e do mau sentimento com que as pessoas ficaram, os iranianos decidiram votar e mostrar vontade de mudar a situação através de reformas”, diz um residente de Teerão.

Diz outro iraniano: “Ameaçar o mundo exterior, adotar políticas que desencadeiam tensão e podem provocar sanções por parte do estrangeiro não são boas políticas. Por outro lado, o próximo presidente tem que ser um presidente da República Islâmica, não pode ser um líder de reformas ou um líder da oposição”.

Um dos temas lançados por Rohani durante a campanha eleitoral foi a possibilidade de negociar diretamente com os Estados Unidos, o que até aqui não tem sido possível.

O novo presidente vai agora ter de encontrar um equilíbrio entre a aproximação ao Ocidente e o respeito pelo regime dos Aiatolas.

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