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Zona de exclusão aérea na Síria ganha apoios

Zona de exclusão aérea na Síria ganha apoios
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Inúmeras explosões terão provocado várias baixas entre as fileiras dos militares sírios este domingo. Os rebeldes atacaram um aeroporto militar em Damasco e unidades de combate leais ao presidente Bashar al-Assad.

Mas a sorte da guerra parece estar a ser cozinhada além-fronteiras. Depois de Washington ter anunciado o fornecimento de armas aos rebeldes, vários responsáveis políticos no congresso norte-americano estarão a pressionar o presidente Barack Obama a avançar com uma zona de exclusão aérea. Uma ideia apoiada pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron.

Face a uma eventualidade do género, que não é do agrado da Rússia, o Pentágono anunciou que vai manter mísseis patriot e caças-bombardeiros f16 na Jordânia, após a conclusão de exercícios militares na região.

Entretanto, o jornal britânico “The Independent” avançou sem revelar a fonte que o Irão vai enviar um primeiro contingente de 4 mil soldados da guarda revolucionária iraniana para a Síria no sentido de apoiar as tropas leais ao Presidente Bashar al-Assad.

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