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Bank of America revê condições de trabalho depois de morte de estagiário

Bank of America revê condições de trabalho depois de morte de estagiário
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A morte de Moritz Erhardt, o jovem alemão que estagiava no Bank of America em Londres e que perdeu a vida ao fim de praticamente 72 horas consecutivas de trabalho, relançou o debate sobre as condições laborais no mundo financeiro.

Não fosse este trágico desfecho, os problemas associados à chamada escravatura dos tempos modernos poderiam continuar em segundo plano.

As tentativas de explicar o sucedido multiplicam-se, como a do professor Chris Roebuck, da Escola de Negócios de Cass: “Há uma percentagem de pessoas que são tão determinadas e competitivas que vão além dos próprios limites, porque não estão cientes desses limites uma vez que são jovens. Enquanto líderes de equipa ou colegas é nossa responsabilidade acompanhar estes jovens para garantir que estão bem.”

As causas da morte continuam por apurar, mas o banco em causa já garantiu a revisão das condições de trabalho. Muitas associações britânicas denunciam os “ritmos infernais” a que muitos jovens estão sujeitos.

Uma tendência transversal a vários setores que faz questionar até que ponto se trata apenas de ambição em conseguir um emprego.