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Eleições australianas ameaçam afastar trabalhistas do poder

Eleições australianas ameaçam afastar trabalhistas do poder
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Não parte em vantagem o atual primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, para as eleições legislativas que decorrem este sábado. As reviravoltas na cúpula do Partido Trabalhista, onde Rudd foi substituído por Julia Gillard – regressando novamente ao poder em junho – e o contexto económico do país, fazem com que as sondagens não lhe sejam muito sorridentes.

Por isso, Rudd aponta para os indecisos e apela a todos os cidadãos para que exerçam o direito de voto. Isto apesar de a taxa de afluência, nas últimas eleições federais, ter atingido os 94%.

As estimativas têm dado como favorito o líder do Partido Liberal, à frente de uma coligação conservadora. Tony Abbott diz que “numa coisa” concorda com Rudd: a Austrália precisa “de um novo rumo”. Mas esse rumo, afirma, depende “de um novo governo.”

Aos trabalhistas, que dirigem o país desde 2007, é imputado um pesado balanço económico, a que não é alheia a queda na procura por parte da China. São esperados nas urnas mais de 14 milhões de eleitores.