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Transição democrática no Quirguistão recebe apoio financeiro da UE

Transição democrática no Quirguistão recebe apoio financeiro da UE
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O Quirguistão está ainda longe dos padrões de democracia pluralista tal como é entendida na União Europeia, mas Bruxelas quer ajudar à transição e as duas partes assinaram um acordo para a promoção do Estado de Direito, no valor de 13,5 milhões de euros.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que “o Quirguistão ainda enfrenta muitos desafios, na defesa do Estado de Direito, no respeito pelos direitos humanos e na reconciliação interétnica. Portanto, é importante que os países parceiros de Quirguistão o ajudem na consolidação democrática”.

Esta república da Ásia Central tem como principais parceiros económicos os vizinhos Rússia e China. Mas o presidente quirguize, eleito em 2011, admira o modelo político da UE e convidou eurodeputados a visitarem o país.

“Demorei seis horas e 40 minutos a chegar de avião a Bruxelas. Por um lado, o nosso país parece estar longe da Europa. Por outro, num mundo globalizado, tudo está perto. E para desenvolvermos uma verdadeira democracia parlamentar só a União Europeia pode ajudar-nos”, disse à euronews Almazbek Atambayev.

O país conquistou a independência com o colapso da União Soviética em 1991, mas tem poucos recursos.

A UE admite participar em projetos de micro financiamento, no valor total de 30 milhões de euros.