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Suíça referenda serviço militar obrigatório

Suíça referenda serviço militar obrigatório
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A Suíça prepara-se para votar o futuro do serviço militar do país, este fim-de-semana. Em causa está manter a obrigatoriedade num sistema miliciano com mais de 165 anos ou transformar as forças armadas num sistema de voluntariado.

A iniciativa do referendo partiu do “Grupo por uma Suíça sem Exército” (GSE), que tem como objetivo último desmilitarizar a nação helvética.

“O serviço militar é um velho hábito a que não nos podemos dar ao luxo, nem do ponto de vista financeiro, nem do ponto de vista da política de segurança. Os exércitos de massas servem para o caso clássico de defesa nacional, um cenário irrealista”, diz Evi Allemann, do GSE.

A Suíça consagra cerca de 6% do orçamento à defesa e não conhece uma guerra há dois séculos. O ministro da Defesa é contra.

“Um exército de voluntários seria muito pior, mais caro, e teria menos competências pois não iria garantir a segurança nacional porque não saberíamos se haveria voluntários, quando e como viriam e nós precisamos da obrigatoriedade de fazer o serviço militar”, afirma Ueli Maurer.

Uma sondagem revela que 63% dos suíços quer manter a tradição, ou seja, o serviço militar obrigatório.