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Greenpeace protesta na sede da Gazprom em Paris

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Dezenas de manifestantes instalaram cartazes na fachada dos escritórios da empresa russa Gazprom em Paris para exigirem a libertação de ativistas da Greenpeace detidos na Rússia desde 19 de setembro.

À imprensa mostraram fotografias de seus companheiros detidos, incluindo o ativista francês Francesco Pisani.

Na terça-feira, o responsável internacional da Greenpeace Kumi Naidoo enviou uma carta ao presidente russo pedindo a libertação dos ativistas, mas o Kremlin fechou-se no silêncio.

“Eu escrevi ao presidente Putin a pedir uma reunião urgente e ofereci-me em troca da libertação e fiança dos ativistas, mesmo para ficar na Rússia, enquanto o julgamento decorre”, declarou Naidoo.

Vinte e oito ativistas do Greenpeace e dois jornalistas freelance, que protestavam contra a exploração de petróleo no Ártico foram detidos no norte da cidade portuária de Murmansk.

Os ativistas enfrentam acusações que lhe podem valer entre 10 a 15 anos de prisão, caso sejam condenados.