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'Pussy Riot': Uma militante retira recurso da pena, outra retoma greve de fome

'Pussy Riot': Uma militante retira recurso da pena, outra retoma greve de fome
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Uma das militantes da banda ‘Pussy Riot’ retirou esta sexta-feira o pedido de redução de pena em solidariedade com a camarada que esteve hospitalizada em consequência de uma greve de fome.

Maria Aliokhina cumpre atualmente uma pena de dois anos de prisão depois de a banda punk ter invadido a catedral de Moscovo para uma ação de protesto contra Vladimir Putin.

Na audiência que analisava o recurso, Aliokhina declarou não ter “o direito moral” de participar na sessão numa altura em que a sua amiga “Nadejda Tolokonnikova não tem essa oportunidade porque está atualmente num hospital ou de regresso à mesma prisão da qual se dizem coisas horríveis”.

A libertação de Aliokhina e Tolokonnikova – também condenada a dois anos de prisão – está prevista para março, mas as artistas podem beneficiar de uma amnistia, em dezembro, por ocasião da comemoração do 20.º aniversário da Constituição russa.

Tolokonnikova retomou esta sexta-feira a greve de fome depois das autoridades não terem cumprido a promessa de a transferir de estabelecimento prisional no regresso do hospital onde estava internada desde finais de setembro.

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