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UE: Chefes da diplomacia pressionam Kiev para libertar Timoshenko

UE: Chefes da diplomacia pressionam Kiev para libertar Timoshenko
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Os 28 chefes da diplomacia da União Europeia (UE) esperam que o Presidente da Ucrânia resolva a questão da libertação da líder da oposição, Yulia Timoshenko, a tempo de salvar a assinatura do acordo comercial prevista para o final de Novembro.

À chegada à reunião, esta segunda-feira, no Luxemburgo, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Guido Westerwelle, disse que “queremos que a Ucrânia continue o seu caminho rumo à UE”.

“Porém, para que isso aconteça, algumas condições devem ser cumpridas. É particularmente importante que a implementação de um Estado de Direito e o fim das perseguições judiciais à oposição possam ser confirmadas de forma independente e credível”, acrescentou.

Bruxelas considera que Timoshenko, ex-primeira-ministra ucraniana, foi vítima de perseguição política e que cabe ao regime de Kiev pôr fim à pena de prisão decretada, em 2011, por abuso de poder.

A alta representante para Política Externa da UE, Catherine Ashton, sublinhou que “esta questão tem de ficar resolvida se a Ucrânia quiser mesmo ter um relacionamento mais forte com a UE. Tal significa que as autoridades têm que analisar casos concretos e encontrar a estratégia adequada para fazer o que é necessário”.

Yulia Timoshenko sofre de um problema de coluna e o Presidente Viktor Yanukovich admite conceder uma licença para que se receba tratamento no estrangeiro, mas não se compromete com um perdão definitivo.

O partido de Timoshenko já rejeitou esta proposta do regime.