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Mar agitado nas relações entre o Japão e a China

Mar agitado nas relações entre o Japão e a China
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Agitam-se as águas do conflito latente entre o Japão e a China. Aproveitando uma parada militar em Saitama, nos arredores da capital, o primeiro-ministro nipónico voltou a advertir Pequim que Tóquio não irá tolerar o “uso da força para alterar o status quo” da região, uma expressão muito utilizada para indiretamente condenar o que os nipónicos consideram ser uma política marítima expansionista da China.

No seu discurso às tropas, Shinzo Abe expressou a intenção de dar ao Japão mais peso na segurança internacional e não descartou a possibilidade de “estudar” alterações à constituição pacifista que saiu da segunda guerra mundial. Nacionalista ferrenho, o chefe do governo nipónico apontou também baterias para Pyongyang, considerando que “a situação da segurança do Japão é cada vez mais crítica com as crescentes ameaças à soberania provocadas pelas armas de destruição maciça e o desenvolvimento de mísseis balísticos levado a cabo pela Coreia do Norte”.

O Japão registou um aumento da atividade marítima da China junto às ilhas Senkaku, controladas por Tóquio e reivindicadas por Pequim. Na exaltada troca de palavras entre os dois países, a China informou no sábado que se, como foi noticiado, o Japão abater aviões não tripulados, isso será considerado “um ato de guerra”.

Com apenas 7 quilómetros quadrados, o arquipélago das Senkaku, pomo de discórdia, albergará importantes recursos energéticos para além de ser uma rota importante do Mar da China Oriental.