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OSCE critica falta de "pluralismo" na reeleição de Rakhmon no Tajiquistão

OSCE critica falta de "pluralismo" na reeleição de Rakhmon no Tajiquistão
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Faltou “pluralismo” e uma verdadeira possibilidade de “escolha” nas presidenciais que reelegeram Emomali Rakhmon no Tajiquistão, quem o denuncia é a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que teve uma missão no terreno a acompanhar o escrutínio.

Apoiado por Moscovo, Rakhmon dirige, desde 1992, a mais pobre das ex-repúblicas soviéticas e da Ásia Central. O economista, muçulmano sunita, de 61 anos, recolheu 83,1% dos votos para o que deve ser o seu último mandato de 7 anos à frente do montanhoso país rodeado pelo Afeganistão, Paquistão, China, Quirguistão e Uzbequistão.

A única candidata credível da oposição, Oinihol Bobonazarova, de 65 anos, uma militante dos direitos humanos não pode apresentar-se porque não conseguiu recolher as 210 mil assinaturas necessárias depois de vários episódios de intimidação e perseguição dos seus apoiantes num país de trânsito de ópio e heroína, com 8 milhões de habitantes e onde 99% da população é muçulmana.

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